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    <title>Blog da Eletreasy Engenharia</title>
    <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br</link>
    <description>Sempre trazendo novidades e tirando dúvidas sobre eletricidade.</description>
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      <title>Blog da Eletreasy Engenharia</title>
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      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br</link>
    </image>
    <item>
      <title>Para que serve o disjuntor</title>
      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br/para-que-serve-o-disjuntor</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que serve um disjuntor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O disjuntor é um dispositivo de segurança obrigatório em toda instalação elétrica, sejam residenciais, comerciais e industriais. Sua função principal é proteger os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecarga ou curto-circuito. Para entender a importância e a funcionalidade do disjuntor, é crucial distinguir entre suas duas principais características de proteção: a função térmica e a função magnética. Ambas são fundamentais para a segurança elétrica, mas operam sob diferentes condições e mecanismos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Função Térmica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A função térmica de um disjuntor é projetada para proteger contra sobrecargas de longa duração que podem aquecer os fios e causar incêndios ou danos aos equipamentos elétricos. Sobrecargas ocorrem quando muitos dispositivos são utilizados ao mesmo tempo, em um circuito, ou quando um equipamento consome mais corrente do que o previsto. Isso pode levar ao aquecimento excessivo dos fios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O princípio de operação da função térmica baseia-se na dilatação de metais. Internamente, o disjuntor possui um bimetal, que é uma tira composta por dois metais com coeficientes de expansão térmica diferentes soldados um ao outro. Quando a corrente elétrica excede um certo limite, o calor gerado pela sobrecarga faz com que o bimetal se curve, acionando o mecanismo que abre o circuito, interrompendo a passagem de corrente. Este processo não é imediato; o disjuntor leva um certo tempo para desarmar, permitindo sobrecargas de curta duração sem interromper o circuito, como no caso do acionamento de motores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Função Magnética
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A função magnética, por outro lado, é projetada para proteger contra curtos-circuitos, uma condição muito mais crítica e potencialmente perigosa do que as sobrecargas. Um curto-circuito ocorre quando há uma conexão direta entre dois pontos de diferentes potenciais elétricos sem uma resistência adequada entre eles, causando um fluxo massivo de corrente elétrica através do circuito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mecanismo magnético de um disjuntor utiliza um solenoide ou bobina através da qual a corrente do circuito flui. Em situações normais, a força magnética gerada não é suficiente para acionar o mecanismo de desarme. No entanto, em caso de curto-circuito, a corrente aumenta abruptamente, gerando uma forte força magnética que aciona imediatamente o mecanismo, abrindo o circuito e interrompendo a corrente para evitar danos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os tipos de disjuntor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diversos tipos de disjuntor, vamos abordar aqui os principais, utilizados em baixa tensão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            OS disjuntores devem ter a capacidade de abrir as fases de um circuito, como nosso sistema é trifásico, os disjuntores podem proteger circuitos de uma, duas ou três fases, assim sendo são eles
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Monopolares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (1 fase),
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bipolares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (2 fases) ou
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tripolares
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (3 fases)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disjuntor termomagnético
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : São os disjuntores mais comuns, utilizados em quadros de distribuição, residenciais, comerciais, a fixação desses disjuntores pode ser do tipo DIN (padrão de trilho) ou NEMA (padrão com fixação em suporte padrão específico).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disjuntor térmico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Esse padrão é antigo, porém ainda encontramos muitos por aí, normalmente no padrão NEMA, disjuntores pretos antigos, esses não possuem a função magnética, em representam potencial perigo em eventuais curto circuitos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disjuntor Caixa moldada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : São os disjuntores de maior porte, normalmente utilizados como disjuntor geral de algum quado, ou mesmo para distribuição de grandes circuitos, esses não são fixados em trilhos, e sim direto na placa dos painéis, sempre trifásicos, normalmente acima dos 32A, chegando até altos valores, como 200, 800, 1600, 2000A ou até mesmo maiores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disjuntor motor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Como o nome já diz, são disjuntores específicos para uso em motores, estes possume uma capacidade de corrente nominal ajustável e possuem uma maior tolerância de corrente de partida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Disjuntor CC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Pàra corrente contínua,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NUNCA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , repito,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            NUNCA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           devem ser utilizados disjutores AC, o seccionamento de uma corrente alternada e contínua são diferentes, visto que na corrente alternada os valores de corrente variam, então na corrente contínua é muito mais propício um arco elétrico, desta forma devem ser utilizados disjuntores específicos. Aplicação normal destes disjuntores são para painéis solares, bancos de bateria, circuitos de comando.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses são os tipos mais convencionais para baixa tensão, já para alta tensão existem disjuntores específicos, motorizados, com mola, dependendo muito da magnitude de corrente e níveis de tensão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Curva de corrente dos disjuntores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A curva de corrente, tem relação com as capacidades e multiplicadores de corrente, podendo ser do tipo B, C ou D.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na função térmica, mostra o tempo em que levaria o desarme de um disjuntor, por exemplo, um disjuntor de 20A, não irá desarmar imediantamento se a corrente passar de 20A, por exemplo, em 21A levaria um determinado tempo, em 25A levaria um tempo menor, em 40A um tempo bem mais curto e assim por diante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desarme pelo magnético também é afetado pela curva, sendo assim, um multiplicador da corrente norminal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Padrão das curvas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           B - 3 à 5 vezes corrente nominal;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           C - 5 à 10 vezes corrente nominal;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           D - 10 à 20 vezes corrente nominal;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, caso um motor, por exemplo, quando acionado, tem um pico de corrente de aproximadamente 7, 8 vezes, assim sendo, um disjuntor B não suportaria esse tipo de aplicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto maior a curva, menor a sensibilidade do disjuntor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corrente de curto-circuito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa é a corrente máxima que o disjuntor suporta em um eventual curto-circuito, disjuntores termomagnéticos convencionais normalmente operam em 3kA, ou seja, suportam até 3000A de curto, também é normal encontrar disjuntores de 5kA para os disjuntores gerais e até de 10kA para usos industriais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como escolher um disjuntor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora seja muito comum pensar que o disjuntor vai proteger algum equipamento, essa não é a principal função, os disjuntores servem para proteger os condutores, esses que por sua vez devem estar conforme as cargas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então como escolher um disjuntor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devemos ter em mente que, para a correta proteção dos condutores, os disjuntores deverão desarmar antes que os cabos sejam danificados, ou seja, devem possuir uma corrente menor ou igual a corrente suportada pelo condutor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Exemplo 1:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Chuveiro: 6800W em 220V, sua corrente nominal seria de 30,9A;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um condutor de 6mm suporta até 36A (método de instalação B3);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O disjuntor, deve suportar a corrente do circuito e respeitar a capacidade do condutor, deste modo um disjuntor de 32A seria suficiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplo 2:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Chuveiro: 7500W em 220V, sua corrente nominal seria de 34,1A;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           um condutor de 6mm suporta até 36A (método de instalação B3);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto aos disjuntores, o disjuntor de 32A protege o condutor, porém não comporta a corrente do circuito, o próximo disjuntor é de 40A, que suporta o circuito, porém ultrapassa a capacidade do condutor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Solução: Utilizar o próximo condutor, que seria de 10mm, com capacidade de até 50A, nesse caso podemos utilizar um disjuntor de 40A, que consegue proteger o condutor e suportar a carga.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O disjuntor está desarmando, posso trocar por um maior?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiro devemos analisar qual a causa do desarme, que pode ser por curto ou por sobrecorrente, se o circuito exigir mais corrente do que o disjuntor suporta, precisamos analisar se o condutor suportaria a corrente, caso negativo, deverá ser trocado o condutor primeiramente e depois o disjuntor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A integração das funções térmica e magnética nos disjuntores garante uma proteção abrangente para os sistemas elétricos. A função térmica protege contra danos a longo prazo causados por sobrecargas, enquanto a função magnética oferece uma resposta rápida para prevenir os efeitos perigosos de curtos-circuitos. Juntas, essas funções asseguram que os circuitos elétricos operem de maneira segura e eficiente, protegendo equipamentos e, mais importante, vidas humanas contra os riscos associados à eletricidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 20 Mar 2024 20:29:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eletreasyengenharia.com.br/para-que-serve-o-disjuntor</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Disjuntor.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Disjuntor.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Calculadora de corrente trifásica</title>
      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br/calculadora-de-corrente-trifasica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como calcular corrente trifásica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma situação comum...
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma dúvida muito frequente quando se fala em calcular a corrente elétrica é, como calcular uma corrente elétrica trifásica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em uma situação normal, para cálculos de corrente contínua, circuitos monofásicos e bifásicos, temos a boa e velha equação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           P = VxI
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Onde a potência é o resultado da corrente pela tensão, então sabemos que a corrente é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I = (P/V)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas e no trifásico?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Indo direto ao ponto, para calcular uma corrente trifásica, temos que considerar que a alimentação trifásica tem suas peculiaridades, onde cada fase atinge seus valores máximos e mínimos em tempos diferentes, ou seja, quando a fase R estiver em seu máximo, as fases S e T estarão em outros valores respectivamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim sendo, para um cálculo básico temos a seguinte fórmula:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/formula-corrente-trif%C3%A1sica.PNG" alt="fórmula corrente trifásica" title="fórmula corrente trifásica"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            = corrente
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           P
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            = Potência (dada em VA)
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           V
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            = tensão elétrica (fase-fase)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Onde posso usar esse cálculo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse cálculo funciona de uma maneira simplificada para o cálculo de uma corrente trifásica, como de um motor, bomba, transformador, ou qualquer outro equipamento naturalmente trifásico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para descobrir como fazer o cálculo de uma corrente nominal de um motor, faremos um post exclusivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esperamos ter ajudado e use essa calculadora sem moderação!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-414967.jpeg" length="794620" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 12 Feb 2024 22:12:49 GMT</pubDate>
      <author>alexsgono@gmail.com (Alexsander Henrique)</author>
      <guid>https://www.eletreasyengenharia.com.br/calculadora-de-corrente-trifasica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-414967.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-414967.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Calculadora de condutor por queda de tensão</title>
      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br/calculadora-de-condutor-por-queda-de-tensao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Calculadora de queda de tensão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A queda de tensão é um fenômeno que ocorre em todos os condutores, como todos eles possuem uma determinada resistência, parte da energia fica sob os condutores e não é entregue no destino, deste modo reduzindo a tensão de alimentação para os equipamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também é possível que aconteça este efeito quando temos uma carga no condutor maior do que ele suporta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os valores máximos de queda de tensão admitidos conforme a NBR-5410 são de 3 a 4% em circuitos monofásicos e de 5% em circuitos trifásicos, e para resolver isto precisamos ter algumas informações para realizar o cálculo, que fica da seguinte maneira:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            S - Secção mínima do condutor, dado em mm² e que será calculado de acordo com as demais grandezas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            I - corrente, dado em A (amperes), tata-se da corrente do circuito
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            L - distância, dada em m (metros), é a distância da carga ao ponto de alimentação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            C - constante de condutividade, já adaptada na fórmula para os valores do cobre (58) e alumínio (35,5)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vmax - Queda de tensão máxima admitida, dada em Volts, calculado com base na porcentagem estimada X tensão de alimentação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/queda+tens%C3%A3o.PNG" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/dmtmpl/70cc3007-77b9-441d-9cc0-56d92f911b95/dms3rep/multi/electrician_inblue_overall.jpg" length="370616" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 21 Feb 2023 22:57:31 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eletreasyengenharia.com.br/calculadora-de-condutor-por-queda-de-tensao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/dmtmpl/70cc3007-77b9-441d-9cc0-56d92f911b95/dms3rep/multi/electrician_inblue_overall.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/dmtmpl/70cc3007-77b9-441d-9cc0-56d92f911b95/dms3rep/multi/electrician_inblue_overall.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Calculadora kW por kW/h</title>
      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br/teste</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Calculadora de valor da fatura de energia elétrica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4386321.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2820%29.png" length="3061186" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 15 Feb 2023 14:01:24 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.eletreasyengenharia.com.br/teste</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/dmip/dms3rep/multi/modern-kitchen-white-furniture.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2820%29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>DPS - o que é, como funciona e onde instalar</title>
      <link>https://www.eletreasyengenharia.com.br/dps-o-que-e-como-funciona-e-onde-instalar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DPS - o que é, como funciona e onde instalar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é um DPS?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DPS é a sigla para Dispositivo de proteção contra surtos, este componente tem como função principal a supressão de um surto elétrico de origem externa, um raio, por exemplo. Existem 3 classes de DPS no mercado, sendo o classe I o modelo instalado junto à entrada de energia, já classe II é o mais comum e mais barato, sendo instalado nos quadros de distribuição, e o classe III é o menos conhecido, este modelo é instalado junto à equipamentos diretamente entre o plug e a tomada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona um DPS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           onde o funcionamento deste dispositivo é dado por varistores, componentes que alteram sua resistência conforme a tensão, deste modo, caso haja uma sobretensão o componente facilita a passagem da corrente para o aterramento, reduzindo as chances de danificar algum equipamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os DPSs tem  várias faixas de corrente de atuação (15, 20, 40, 45, 60kA), assim como várias faixas de impulso de corrente e tensão de operação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Onde instalar o DPS?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme a NBR-5410, os DPSs devem ser instalados sempre que houver entrada de energia por ramal aéreo (comum em casas e prédios de apartamentos) e sempre que a localização for em região com alto índice de descargas atmosféricas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipos de DPS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Classe+I+60kA.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CLASSE I
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o Classe I é utilizado na entrada da edificação, junto ao poste de entrada ou coletivo de medição, ou no ponto mais próximo à entrada de energia, geralmente os modelos de mercado combinam as características do classe I e II ao mesmo tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *modelo da imagem: Clamper front 12,5/60kA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CLASSE II
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o Classe II é utilizado nos quadros de distribuição, possui corrente de atuação e impulso diferentes do classe I, este é o modelo mais comum de ser encontrado no interior das instalações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *modelo da imagem: Clamper front mini 45kA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/classe+II+45kA.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/Classe+III+18kA.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CLASSE III
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O modelo classe III pode ser individual e há modelos no formato trilho elétrico também, destinado à proteção direta de equipamentos, não é de uso obrigatório, porém é uma ótima opção para proteção individual de equipamentos críticos (servidores, equipamentos de telecom e outros dispositívos sensíveis).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *modelo da imagem: iClamper Pocket 3P - 10A.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esquemas de ligação do DPS (conforme NBR-5410)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entrada sem neutro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No esquema de ligação sem neutro, os DPS são interligados cada um em uma fase, com a saída de ambos conectadas ao terra
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/ESQ+DPS+01.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/ESQ+DPS+02.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entrada com neutro aterrado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No esquema de ligação com neutro aterrado (TN), os DPS são interligados cada um em uma fase, com a saída de ambos conectadas no condutor PEN (terra e neutro interligados).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entrada com neutro separado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este esquema de ligação é utilizado quando a instalação possui terra e neutro separados, ou nos quadros secundários de distribuição ou comendo, onde o neutro e terra já seguem por cabos separados e pode haver uma diferença de potencial entre estes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/4cad4d5b/dms3rep/multi/ESQ+DPS+03.PNG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 21:01:23 GMT</pubDate>
      <author>alexsgono@gmail.com (Alexsander Henrique)</author>
      <guid>https://www.eletreasyengenharia.com.br/dps-o-que-e-como-funciona-e-onde-instalar</guid>
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